26/07/2017

Filme: Paz & Amor (2015)



Resultado de imagem para ラブ&ピースDirigido por Sion Sono, Paz & Amor é um filme bem estranho de comédia, drama e fantasia, que fala sobre o jovem Ryoichi que sonha em ser um cantor punk. Porém, a vida trocou-lhe as voltas e hoje em dia ele é um mero assalariado tímido que trabalha numa empresa de instrumentos musicais. Um dia, ele tem um fatídico encontro com uma tartaruga no telhado de uma loja. Ele dá-lhe o nome de Pikadon, mas é gozado pelos colegas de trabalho. Saturado com a situação, Ryoichi lança Pikadon na privada. A tartaruga chega aos esgotos, local onde um velho senhor que vive no subterrâneo a vai transformar.
Sion Sono dá um show de criatividade e bizarrice, incluindo no filme um toque de godzilla, toy story e tartaruga ninja.
Em muitos momentos fiquei estranhando o filme, não sabia o que pensar. Gostei muito do Ryoichi e da Yumi logo no começo do filme, mas depois Ryo ficou bastante chatinho, mas tudo bem faz parte.
A tartaruga me encantou do começo ao fim, achei tão fofinha. Sem falar dos brinquedos e animais que aparecem, realmente lembra muito Toy Story. Mas o personagem que mais me apaixonei foi com certeza o Vovô <3


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Não adianta, eu sou do mar




Não adianta, eu sou do mar
Nasci pra ter na pele o seu sol
Não adianta, eu sou do mar
É ele que me faz cantar

Não adianta, eu sou do mar
Nasci pra ter na pele o seu sol
Não adianta, eu sou do mar
É ele que me faz cantar

Só entre no mar se você
Sabe a força divina que ele tem
Se você não polui seu azul
E respeita o irmão em comum

Leva a Mãe Natureza na fé
Curte um Marley e um reggae no pé
Sai da praia com o lixo na mão
O futuro é preservação

Ôô

Não adianta, eu sou do mar
Nasci pra ter na pele o seu sol
Não adianta, eu sou do mar
É ele que me faz cantar

Mil poesias de amor pra você
Mil poesias de amor

Ó, imensidão azul
Ó, vasto mar sem fim
Vim pra mergulhar em ti
Para encontrar a mim

Útero de todos nós
É força vívida
Pra filhos, netos, pais e avós
É a vida límpida

Lúdico, mágico, fôlego, bálsamo, líquido
Pra todo veneno da mente
O mar é antídoto
Pacífico, Atlântico, Antártico, Índico, único
Pássaros, peixes e homens te louvam em uníssono


Angústia e mágoa se dissolvem na água
Em pé numa onda
A vida é redonda
Vai de Itamambuca a Cacimba, em Pico ou Arraial
Leme, Joatinga, Regência com um metrão terral

Na Guarda, na Brava, no Rosa, em Jericoacoara
Barra Grande, Maresias, "shore" de Itacoatiara
Fim de tarde entre amigos pra refletir ou pra surfar
Em qualquer lugar, não adianta, eu sou do mar

Não adianta, eu sou do mar
Nasci pra ter na pele o seu sol
Não adianta, eu sou do mar
É ele que me faz cantar

Mas eu boto fé na nova geração
Que chega no pico com educação
Só vai nas que sobras, só vai na moral
Sempre respeitando o local

Faz a mente na brisa quem quer
Mas eu acho melhor dar um rolé
Nossa praia é a nossa canção
Que bom encontrar meus irmãos

Ôô

Não adianta, eu sou do mar
Nasci pra ter na pele o seu sol
Não adianta, eu sou do mar
É ele que me faz cantar

Não adianta, eu sou do mar
Nasci pra ter na pele o seu sol
Não adianta, eu sou do mar
É ele que me faz cantar

É ele que me faz cantar
É ele que me faz cantar
É ele que me faz cantar

As bailarinas de Edgar Degas



Se eu disser “Edgar Degas”, qual o primeiro pensamento que vem a sua cabeça ?
Ah… o “pintor das bailarinas” deve ser a resposta!

Quem se referiu pela primeira vez a Degas desta forma foi Manet, outro grande pintor francês e um dos iniciadores do movimento moderno da pintura. E tem sua razão de ser: estima-se que Degas tenha deixado cerca de 1.500 obras (entre pastéis, gravuras, desenhos, esculturas) sobre o tema das bailarinas.

Você deve imaginar que Degas deve amar o ballet por ter pintado tantas bailarinas né? Bom, não é bem assim!

24/07/2017

Lagoa das almécegas - Ceará


















































Um dia legal com pessoas legais. Natureza, família e férias. Uma pena minha auto estima ainda não ser forte ao ponto de ficar de biquini, mas me senti bem mesmo assim enquanto tomava banho de cachoeira.

vinte e três de julho de dois mil e dezessete.
lagoa das almécegas - ceará